
sábado, 10 de novembro de 2007
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Água, Ar, Céu, Silêncio e Claridade
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Água

O sentido de estar preso é horrível, ver o azul do céu e o azul da água e apetecer fazer voos rasantes sobre a imensa mansidão a caminho d'um éter desconhecido, como se de braços abertos se pudesse agarrar o ar que nos falta nos pulmões depois do grito de liberdade. É assim que morre devagar o eterno sonhador, de um mundo quase perfeito...
Foto de Manuel Traquina
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Guernica
A perder de vista, até ao Castelo do Bode
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
domingo, 4 de novembro de 2007
O Grito
sábado, 3 de novembro de 2007
Novembro
É complicado. Eu sei que é complicado, no entanto, neste mês de Novembro, mais que em qualquer outro mês, talvez por força de habito, rumamos com mais frequência ao cemitério onde prestamos culto aos nossos mortos, pela forma como isso nos faz sentir a sua presença viva entre nós, pela vida que nos deram, pelos exemplos que nos deixaram e pelas palavras que não lhes dissemos...Porque a nossa existência, tem na nossa vivência, sentidos simbólicos, cada um agarra-se como pode a símbolos que quer crer, serem mais fortes e por isso que podem ter valor de perdurar além de todos os tempos, esquecendo que tudo que conquistámos, construímos ou amealhámos... tudo se há-de reduzir a pó anónimo.
As atitudes perante a morte, nomeadamente nos cemitérios mostra-nos, as nossas atitudes perante a vida e até o medo do esquecimento da centelha que por aqui passou, que por acaso teve o nosso orgulhoso nome. Escritos em pedra rija, para alimentar a esperança que depois de morto, se continua vivo....
"Um túmulo basta agora àquele para quem não bastava o mundo inteiro"
Epitáfio de Alexandre Magno
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Passeio a pé
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Viver com a Liberdade
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Vindimas

Tempos modernos, colheitas antigas. Apesar das novas tecnologias, ainda hoje se vê no Ribatejo a Sacro-Santa, actividade da colheita manual do "vinho". Garantem os seus interessados que ainda está por provar que não é assim, que se faz o melhor dos vinhos.
Brevemente se mostrará fotografias do pisar das uvas na adega, em pleno Outono de 2007.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
A Paz do silêncio

Esta fotografia de Manuel Traquina, natural do Souto, Abrantes, mostra parte da beleza que ainda tem aquelas paragens. As longas margens bem cuidadas pela natureza e preservada pelos seus Habitantes, mostram águas límpidas e transparentes em grandes caudais que fazem lembrar, que vale a pena a nossa luta pelo ambiente. Passar por aqueles trilhos em dia de paz, onde as horas não nos atormentam, a ouvir os pássaros nas ramagens, ver os peixes na água, soltos como se não estivéssemos lá, beber daquela água, respirar fundo e ouvir o silêncio, faz-nos sentir outro, naqueloutro que nós gostamos em nós.
sábado, 20 de outubro de 2007
Igreja de Sto. Eustáquio
Casas Palafitas em Alpiarça

Em Alpiarça, por certo se vai deixar de ver esta mostra do passado, pois a ruína já se instalou na maioria deste património. É pois mais uma imagem que desaparecerá para os vindouros, tornando por isso as imagens, ainda possíveis de captar uma "pérola"para que se possa com verdade falar na precariedade com que os nossos antepassados, viveram. Aconselho pois uma viagem ao patacão, enquanto é tempo.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
É que até já vivi...

Após uma manhã de trabalho, que se mostrou produtivo e simplificador de meios, com o meu Coordenador de edição da colecção literatura e um novo autor, que nos vai enriquecer a colecção, partimos para um almoço de descompressão.
Após uma volta linguística, do Portugal de Abril ao Portugal actual, verificámos que em todo este tempo as estórias se misturam e as realidades são aclaradas de uma forma que por vezes cria mágoa.
A disponibilidade manifestada, ao longo de décadas, em nome da cidadania e das nossas crenças, foram motores de experiências e vivências que desnudam as palavras, que nos atiram, de forma imberbe e acusatórias, por tomarmos partido e de termos ideais.
Ao perceber isto, percebo que até já vivi...
Após uma volta linguística, do Portugal de Abril ao Portugal actual, verificámos que em todo este tempo as estórias se misturam e as realidades são aclaradas de uma forma que por vezes cria mágoa.
A disponibilidade manifestada, ao longo de décadas, em nome da cidadania e das nossas crenças, foram motores de experiências e vivências que desnudam as palavras, que nos atiram, de forma imberbe e acusatórias, por tomarmos partido e de termos ideais.
Ao perceber isto, percebo que até já vivi...
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Inquisição na Chamusca

Chamusquenses que saíram em auto-de-fé 41
- Naturais do Concelho 36
- Chamusquenses por adopção 5
Assim distribuidos;
- Vila da Chamusca 30
- Vila de Ulme 1
- Vale de Cavalos 3
- Residentes fora do Concelho 7
Motivos;
- Judaísmo 16
- Juramento blasfemo 2
- Por diminuto 2
- Negativo e pertinaz 3
- Abjuração de veemente 1
- Casar 2ª vez ( sendo viva a 1ª mulher ) 1
- Actos desonestos 1
- Feitiçaria 1
- Pacto com o diabo 2
- Acções torpes 2
- Porque sim 1
- Naturais do Concelho 36
- Chamusquenses por adopção 5
Assim distribuidos;
- Vila da Chamusca 30
- Vila de Ulme 1
- Vale de Cavalos 3
- Residentes fora do Concelho 7
Motivos;
- Judaísmo 16
- Juramento blasfemo 2
- Por diminuto 2
- Negativo e pertinaz 3
- Abjuração de veemente 1
- Casar 2ª vez ( sendo viva a 1ª mulher ) 1
- Actos desonestos 1
- Feitiçaria 1
- Pacto com o diabo 2
- Acções torpes 2
- Porque sim 1
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Fazer e Refazer a História

Em plena guerra civil, no mês de Abril de 1834, D. Miguel I, esteve na Chamusca onde se encontrou com o Espanhol D. Carlos de Bourbon, numa casa na "formiga" então pertença da família Coutinho. Um bêbado local, o Silva Albardeiro, estimulado por liberais locais foi à noite, ao pé da referida casa dar vivas à liberdade. D. Miguel assomou à janela, riu-se, falou ao manifestante e mandou dar-lhe mais vinho. O Silva Albardeiro, sentiu-se honrado e logo ali, se esqueceu da liberdade e passou a dar vivas a D. Miguel.....
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Isto é que é tabaco

Encontrei o meu amigo Gil, que me faz sempre cada pergunta que mais parecem duas. Hoje acicatou a seguinte. "Para que serve terem posto nos maços de tabaco, que o tabaco mata, que o tabaco causa impotência, que o tabaco, isto e mais aquilo, e naqueloutro?".
Disse-lhe que não sabia, naquele meu feitio, de não querer saber disso, para nada, uma vez que nem fumo nem nunca fumei nem me vejo agora a começar a fumar. Sorriu admirado, troçou da minha ignorância, e pôs-se a falar alto, como se necessita-se de se ouvir;
- Apoio aos produtores de tabaco, em vez de comes, fumo, em vez de saúde, diz que mata, pode circular livremente, apesar dos seu malefícios serem conhecidos, cobra-se impostos do que mata e não se impede, bla bla bla bla, tu não sabes, mas mestre Gil sabe.
E lá foi o Vicente a rir-se da minha confessa inabilidade para compreender, estas e outras perguntas, que sempre me faz.
Disse-lhe que não sabia, naquele meu feitio, de não querer saber disso, para nada, uma vez que nem fumo nem nunca fumei nem me vejo agora a começar a fumar. Sorriu admirado, troçou da minha ignorância, e pôs-se a falar alto, como se necessita-se de se ouvir;
- Apoio aos produtores de tabaco, em vez de comes, fumo, em vez de saúde, diz que mata, pode circular livremente, apesar dos seu malefícios serem conhecidos, cobra-se impostos do que mata e não se impede, bla bla bla bla, tu não sabes, mas mestre Gil sabe.
E lá foi o Vicente a rir-se da minha confessa inabilidade para compreender, estas e outras perguntas, que sempre me faz.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Direitos Humanos

A grande mensagem do século XVIII, é a Declaração dos Direitos Homem e do Cidadão (1789) pode ser sintetizada pela afirmação de um direito social fundamental. O fim da sociedade é a felicidade comum. A essência da Declaração apoia-se na ideia de que, ao lado dos Direitos de Homem e do Cidadão, existe a obrigação de o Estado respeitar e garantir os Direitos Humanos, facto que se apresentou em oposição às ideias em que os Direitos Humanos eram concebidos como direitos naturais, impostos por Deus em favor dos monarcas e aristocratas, para justificar as violências que praticavam. O século XVIII substitui, em síntese, a fundamentação teológica por um fundamento racionalista da mesma questão: Direitos Humanos.
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